Jovens Marcados por Deus

Sejam Bem Vindos ao Blog dos jovens Marcados Por Deus.

sábado, 24 de novembro de 2012

A justificação pela fé!

"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.
Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.
Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.
Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.
Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram".

Romanos capítulo 5 versículos 1 ao 12.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Distinga "Sonhos" de "Fantasias"

     O Livro de Provérbios possui dois versículos que dizem praticamente a mesma coisa: “O que lavrar a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que segue a ociosos se fartará de pobreza” (Pv12. 11; 28.19). Em outras versões, encontramos o seguinte texto: “mas quem persegue fantasias se fartará de miséria”. Pessoas ociosas não têm o que fazer e acabam usando a mente para fugir da realidade. Vivem “fantasiando” a vida. São diferentes das pessoas sonhadoras.
No sonho, por mais ousado que seja a pessoas se dispõe a se organizar, planejar e “arar a terra” para que o sonho aconteça. Nas fantasias, a pessoa fica apenas imaginando, em geral, soluções miraculosas ou que dependem da sorte, de terceiros etc. e não faz nada de concreto.
     Uma pessoa que fantasia muito, em geral, não termina nenhum projeto porque não gosta de executar nada. Quando começa a fase da execução, do trabalho duro... Ela parte para uma nova fantasia, ”maior e melhor”(ao menos, na opinião dela, claro)!
      A dica é clara: “quem trabalha sua terra, terá fartura de alimentos, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (PV 12. 11). Daí percebe-se que não há como ganhar dinheiro fácil. Não há como vencer sem se preparar e sem trabalhar muito. Como dizem os nortes-americanos, um povo rico: “there is no free lunch” (não existem almoços gratuitos). Desconfie sempre quando surgirem propostas de dinheiro fácil. Não caia nessa cilada! Na internet, é comum vermos aquelas “correntes” onde o cidadão tem que enviar uma quantia pequena em dinheiro para 10 pessoas da lista e, segundo afirma o remetente, “você ganhará 100vezes mais, pois se trata de um efeito multiplicador; outras pessoas que entrarem na lista enviarão dinheiro para você também!”. Isso é um absurdo! De igual forma, agem aqueles recrutadores que prometem ganhos enormes se... (o perigo é o tal “se”) Geralmente, o “se” vem acompanhado de uma condição ou meta difícil de ser alcançada: “se você conseguir um mínimo x clientes”; “se você adquirir todo o material e fizer o curso”; “ se você vender x reais” etc. A pessoa “se mata” para investir no negocio e alcançar a meta; na maioria das vezes, não alcança. No final das contas, não ganha dinheiro nenhum, mas o recrutador sempre sai ganhando. Então, muito cuidado com as historinhas de “dinheiro fácil”. Muito cuidado com gente que promete mundos e fundos, que teve “uma idéia genial para vocês ganharem muito dinheiro”... Tem muita gente por aí tendo “idéias” em “cabeças ociosas”, buscando levar á ruína. Existe gente honesta com excelentes idéias no mundo? Existe! Mas procure examinar bem com quem você está lidando e reúna todas as informações possíveis antes de entrar em um negócio.
     Não basta sair para “lavrar a terra”. Essa ação também envolve planejamento, que pode ser axemplificado com o texto de Lucas 14. 28-35. O verso 28 diz: ”Pois qual de vocês, querendo se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” Você pode sonhar alto, bem alto, mas precisa sentar e planejar o caminho para chegar lá. E, logo em seguida, começar a caminhar. Na mesma linha, Provérbios 14.23 (ARA) alerta que “meras, palavras, porém levam á penuria”, ou nenhum efeito positivo. Eis a pergunta que não quer calar: você tem lavrado a sua terra? Se você está fazendo um curso seja na faculdade ou para um concurso, você tem se dedicado? Se quer passar no vestibular, tem estudado? Se quer melhorar seu desempenho no trabalho, tem se aperfeiçoado? Se trabalha na obra de Deus, tem feito algum curso de capacitação? Você tem aprendido a planejar, a fazer o planejamento estratégico da sua carreira, da sua vida? Parafraseando os tempos de Jesus, você “conhece o estado das suas ovelhas” (PV 27.23)? Você tem seu cenário bem mapeado? Conhece suas potencialidades e fragilidades? Sabe como lidar com elas para obter êxito?
     Enfim, sonhar alto não é pecado. Você pode (e deve) sonhar alto, desde que, como dizem, mantenha os pés bem firmes no chão, para não se perder em fantasias. E deixe Deus guiar você pelo cominho certo a seguir.

Revista Geração JC por William Douglas

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Quer que as coisas em sua vida dê certo?

1º Confia em Deus.
2º Ande conforme a sua palavra.
3ºAdore-o antes de lhe pedir qualquer coisa. (mas vale lembrar que essa adoração tem que ser sincera)
4º Ore
5º Exercite a fé
6º Sonhe
7º Creia

Agora é só confiar e esperar que no tempo certo ás coisas irão acontecer em sua vida.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O que Deus requer de nós?

     "O Senhor já nos mostrou o que é bom, Ele já disse o que exige de nós. O que ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus". Mq 6.8

     Deus requer apenas que façamos o que é direito, será que é muito difícil ser fiel a Ele, andar conforme a sua vontade? Penso que não, quando servir o quartel eu tinha que seguir um duro regime instituído por homem, e obedecia bem tranquilo, mas porque quando é pra Deus colocamos empecilhos? Vivemos colocando desculpas para não andarmos como Deus quer, colocamos desculpas no trabalho, na escola, na faculdade, no curso de música, no curso de inglês, mas na verdade nada disso nos atrapalha, o que nos atrapalha é a FALTA DE DISCIPLINA COM OS AFAZERES, ONDE ACABA TOMANDO O NOSSO TEMPO DE BUSCAR A DEUS e ter discernimento da vontade dEle, escutamos tanto os nossos amigos e na hora de escutar Deus fingimos que não ouvimos.
     Deus requer apenas que amemos uns aos outros, não como amamos a nós mesmos, mas melhor que isso, porque temos potencial para fazer melhor, não façamos como o sacerdote e o levita que vendo o homem caído passaram de largo, mas façamos como o bom samaritano e parou e ajudou, e muitas das vezes quem mais precisa de ajuda é quem está ao seu lado e não percebemos, apenas olhamos para o nosso nariz, para o nosso ministério.
     Deus requer de nós que vivamos em humilde obediência a Ele, existem muitas coisas que nos atrapalham no momento de obedecer a Deus, porque ser Cristão é renunciar a nós mesmos, ou seja, não fazer aquilo que queremos (tipo acessar A INTERNET ou assistir TELEVISÃO) e fazer sim aquilo que Deus quer, mesmo muitas das vezes vindo o CANSAÇO, o DESÂNIMO, a DÚVIDA, a PREGUIÇA, o SONO, mais que vençamos tudo isso que vem ao nosso encontro para nos DISTRAIR do nosso objetivo que é fazer o que é direito, amar o nosso próximo e viver em obediência.


* As palavras em LETRAS MAIÚSCULAS foram tiradas de uma dinâmica que os próprios jovens escreveram.

Leonardo Cunha

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Paz galera...

     Quero aqui pedir desculpas aos jovens marcados por Deus pela palavra dada na última sexta-feira, confesso a vocês que o que eu tinha preparado não acabava com choros, mas foi o que aconteceu.
     Como uma forma de recompensá-los, pela minha má dicção e por não ter conseguido falar em muitas das vezes, vou digitar pra vocês o que eu “deveria” ter falado a vocês naquela noite.
     Lembram que o título da minha palavra era “O AMOR”..
     Então, comecei dizendo a vocês tirarem da mente aquele amor de um casal que se encontrou a uma semana e já se diziam apaixonados e que morreriam um pelo outro, esse não é o amor que quero aqui passar a vocês.
     E como uma forma mais concreta de buscar esse significado, fui até um dicionário bíblico e vi que ali naquele momento seu significado era “afeição profunda”. Paro e penso o que poderia ser afeição, e chego a conclusão que nada mais é do que uma coisa mais íntima, algo que conseguimos com o passar do tempo, é afinidade que temos com aqueles em qual gostamos e que queremos perto. Já em relação ao profundo, lembro de algo que esteja impregnado dentro do nosso corpo, aquele sentimento que mesmo que queiramos arrancar é algo que inevitável, porque um laço nasceu. Então pra mim, afeição profunda, ou seja, o amor, é um sentimento nobre que sentimos por quem convivemos e com quem aprendemos que mesmo nas horas mais difíceis estarão lá pra nos ajudar. É um sentimento que não dá pra falar pra todos que conhecemos, não é?
     Jesus nos deixou dois legados primordiais, em que todos aquele que se dizem ser seu seguidor deve fazer: 1) Amar a Deus sobre todas as coisas, e 2) Amar ao próximo como a nós mesmo.
    Vejo problemas, e Deus me mostra a solução. Quando pensamos em amar a Deus sobre todas as coisas, de prontidão vem em minha mente o de renunciar aquilo que eu faço que deixa Deus triste, são sentimentos, sensações, desejos que não irão me levar a lugar nenhum a não ser me afastar de Deus. Amar a Deus sobre todas as coisas também é confiar e ter paciência nas promessas que Deus nos faz, é fazer a sua vontade independente do que aconteça, porque sabemos de certeza que Ele sempre tem o melhor pras nossas vidas.
     E em relação a amar ao próximo como a nós mesmo, um tanto quanto complicado né, porque devemos aqui expressar nosso amor por aquelas pessoas que muitas das vezes só te fazem mal, e mesmo assim temos que amá-la. Amar ao próximo como a nós mesmo, pra mim é um sentimento que na minha personalidade se define em ajudar aquelas pessoas que estão tristes. Lembro-me que no meu serviço as pessoas sempre chegavam em mim e diziam que eu tinha uma felicidade diferente, de fazê-las rirem, de deixar as pessoas mais pra cima, isso por muito tempo me incomodava, porque no mesmo tempo que eu agia assim, queria que as pessoas também agissem assim comigo, e não via retorno em relação a isso. Foi quando Deus me mostrou que Ele quer que eu seja assim, que Ele usa a minha vida pra levar um sorriso a um coração triste, aprendi nos últimos dias a ter experiências com Deus que me fez crescer muito.
     Você tem prova maior do que amor do que a de Deus? De ter dado seu único filho para que todo o pecador, todas as pessoas falhas, ingratas, não perecer, mais que tenham a vida eterna?
     Outro exemplo de amar, é o sentimento que temos por nossos pais, esse amor é aquele que você pede pra Deus de que nada de ruim aconteça com eles, que tudo pode vir pra sua vida que você suporta toda a dor por eles. Isso é amor, é esse o sentimento que Deus quer que levamos a todas as pessoas.
     Lembrem-se do que diz a palavra de Deus: “O amor é paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é grosseiro (ou não maltrata), nem egoísta. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda rancor. O amor nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra  quando a verdade triunfa. O amor tudo sofre, sempre crê, sempre espera o melhor, tudo suporta.”

Valmor Simas Junior (MPD)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Que tal cantar em uma Segunda-Feira?

Bom dia, bom dia, bom dia.
hoje eu estou tão feliz,
a natureza é tão bela,
que me ensina a amar.

Este é o trecho de uma música infantil que eu apresento as minhas crianças.
Mas será que você poderia canta-lá em uma Segunda-feira?
Uns podem me dizer, porque não? Outros me diriam: Alguém canta em uma segunda-feira?
Haha! Eu te digo eu posso cantar em uma Segunda-feira e sabe porque? Jesus morreu na cruz por mim e por você. E não importa o que aconteça comigo, nada se compara com o que Jesus passou naquela cruz por mim. Este é o mmotivo que eu tenho para louva-lo todos os dias.
Esqueça seus problemas, cante, adore à Ele. E o seu dia vai ficar bem melhor.

Bruna Pinheiro (MPD)

domingo, 18 de novembro de 2012

Forma e Liberdade

     As estruturas seculares estão desmoronando em todos os lugares. Há uma rebelião mundial contra formas institucionais rígidas e um sentimento universal à procura de liberdade e flexibilidade. A igreja cristã, considerada em muitas partes do mundo como uma das principais estruturas do tradicionalismo, não pode escapar a este desafio de nossos tempos. Além disso, o desafio vem tanto de dentro como de fora. Muitos jovens crentes estão requerendo um novo e não estruturado tipo de cristianismo, despojado dos obstáculos eclesiásticos que têm sido herdados do passado.
     Permiti-me classificar as três expressões principais desta onda.
     Referem-se à igreja e seu ministério, à direção de cultos públicos, e ao relacionamento com os outros crentes. É perigoso generalizar. Todavia, alguém pode dizer, em primeiro lugar, que muitos estão procurando igrejas que não tenham cerimônia fixa. Grupos de crentes estão, agora, reunindo-se em muitas partes do mundo, libertando-se da tradição e fazendo as coisas à sua maneira. Em segundo lugar, há um desejo por cultos informais, nos quais o ministro não mais domina, mas onde a participação da congregação é incentivada, onde o órgão é substituído pelo violão e uma liturgia antiga, pela linguagem de hoje, onde há mais liberdade e menos formalidade, mais espontaneidade e menos rigidez. Em terceiro lugar, há uma rejeição de denominacionalismo e uma nova ênfase em independência. A geração jovem está bastante contente em cortar laços que os prendem ao passado e mesmo a outras igrejas do presente. Eles querem chamar-se “crentes”, mas sem qualquer rótulo denominacional.
     Sem dúvida, estas três exigências têm alguma lógica. Elas são fortemente sentidas e poderosamente manifestadas. Não podemos simplesmente considerá-las como irresponsabilidades loucas do jovem. Há uma ampla busca para o livre, o flexível, o espontâneo, o não-estruturado. A geração dos crentes mais velhos e tradicionais precisa entender isso, ser solidária e acompanhar, na medida do possível, o que está acontecendo. Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado em nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades.
     Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia. Que argumento pode ser apresentado, então, em favor de alguns tipos de cerimônias e estruturas?
     Primeiro: uma igreja estruturada. Os crentes pertencem a diferentes origens denominacionais e apreciam tradições diferentes. Contudo, a maioria (talvez todos nós) concorda em que o Fundador da Igreja tencionou que ela tivesse uma estrutura visível. [...] Ele mesmo insistiu no batismo como a cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também instituiu sua ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os membros.
     Segundo: adoração formal. Em particular, sou completamente a favor da adoração espontânea, exuberante, alegre e barulhenta do jovem, ainda que, algumas vezes, possa ser doloroso, como experimentei uma vez, em Beirute, quando o meu ouvido direito estava a apenas algumas polegadas do trombone. Alguns de nossos cultos são por demais formais, sérios e maçantes. Ao mesmo tempo, em algumas reuniões modernas, a quase total noção de reverência perturba-me. Parece que alguns acham que a principal evidência da presença do Espírito Santo é o barulho [...].
     Terceiro: um princípio de conexão. A maioria de nós desejaria insistir em, pelo menos, um certo grau de independência para a igreja local que, em conformidade com o Novo Testamento, é uma manifestação local e visível da Igreja universal. [...] A unidade da Igreja é derivada da unidade de Deus.
     E porque há um só Pai, há uma só família; e um só Senhor, há uma só fé, uma só esperança e um só batismo; e porque há um só Espírito, há somente um corpo: Ef 4.4-6. Portanto, toda questão do relacionamento com outros crentes é controversa e complicada, e certamente as Escrituras não nos dão autoridade para procurar ou assegurar unidade sem verdade. Mas não nos dá, tampouco, autoridade para buscar a verdade sem unidade. Independência é conveniente. Mas também o é a comunhão na fé comum que professamos. 
     Mais uma vez meu argumento é que não polarizemos nesta questão. Há um lugar necessário na Igreja de Cristo, tanto para o estruturado como para o não-estruturado, tanto para o formal como para o informal, tanto para o sério como para o informal, tanto para o sério como para o espontâneo, tanto para a independência como para a comunhão.
     [...] Os mais antigos membros tradicionais da igreja, que amam a liturgia, precisam experimentar a liberdade do culto no lar, ao passo que os mais novos, que amam o barulho e a espontaneidade, precisam experimentar a seriedade e reverência dos cultos formais da igreja. A combinação é muito saudável!

"Texto extraído da obra Cristianismo Equilibrado, editada pela CPAD".