Jovens Marcados por Deus

Sejam Bem Vindos ao Blog dos jovens Marcados Por Deus.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Paz galera...

     Quero aqui pedir desculpas aos jovens marcados por Deus pela palavra dada na última sexta-feira, confesso a vocês que o que eu tinha preparado não acabava com choros, mas foi o que aconteceu.
     Como uma forma de recompensá-los, pela minha má dicção e por não ter conseguido falar em muitas das vezes, vou digitar pra vocês o que eu “deveria” ter falado a vocês naquela noite.
     Lembram que o título da minha palavra era “O AMOR”..
     Então, comecei dizendo a vocês tirarem da mente aquele amor de um casal que se encontrou a uma semana e já se diziam apaixonados e que morreriam um pelo outro, esse não é o amor que quero aqui passar a vocês.
     E como uma forma mais concreta de buscar esse significado, fui até um dicionário bíblico e vi que ali naquele momento seu significado era “afeição profunda”. Paro e penso o que poderia ser afeição, e chego a conclusão que nada mais é do que uma coisa mais íntima, algo que conseguimos com o passar do tempo, é afinidade que temos com aqueles em qual gostamos e que queremos perto. Já em relação ao profundo, lembro de algo que esteja impregnado dentro do nosso corpo, aquele sentimento que mesmo que queiramos arrancar é algo que inevitável, porque um laço nasceu. Então pra mim, afeição profunda, ou seja, o amor, é um sentimento nobre que sentimos por quem convivemos e com quem aprendemos que mesmo nas horas mais difíceis estarão lá pra nos ajudar. É um sentimento que não dá pra falar pra todos que conhecemos, não é?
     Jesus nos deixou dois legados primordiais, em que todos aquele que se dizem ser seu seguidor deve fazer: 1) Amar a Deus sobre todas as coisas, e 2) Amar ao próximo como a nós mesmo.
    Vejo problemas, e Deus me mostra a solução. Quando pensamos em amar a Deus sobre todas as coisas, de prontidão vem em minha mente o de renunciar aquilo que eu faço que deixa Deus triste, são sentimentos, sensações, desejos que não irão me levar a lugar nenhum a não ser me afastar de Deus. Amar a Deus sobre todas as coisas também é confiar e ter paciência nas promessas que Deus nos faz, é fazer a sua vontade independente do que aconteça, porque sabemos de certeza que Ele sempre tem o melhor pras nossas vidas.
     E em relação a amar ao próximo como a nós mesmo, um tanto quanto complicado né, porque devemos aqui expressar nosso amor por aquelas pessoas que muitas das vezes só te fazem mal, e mesmo assim temos que amá-la. Amar ao próximo como a nós mesmo, pra mim é um sentimento que na minha personalidade se define em ajudar aquelas pessoas que estão tristes. Lembro-me que no meu serviço as pessoas sempre chegavam em mim e diziam que eu tinha uma felicidade diferente, de fazê-las rirem, de deixar as pessoas mais pra cima, isso por muito tempo me incomodava, porque no mesmo tempo que eu agia assim, queria que as pessoas também agissem assim comigo, e não via retorno em relação a isso. Foi quando Deus me mostrou que Ele quer que eu seja assim, que Ele usa a minha vida pra levar um sorriso a um coração triste, aprendi nos últimos dias a ter experiências com Deus que me fez crescer muito.
     Você tem prova maior do que amor do que a de Deus? De ter dado seu único filho para que todo o pecador, todas as pessoas falhas, ingratas, não perecer, mais que tenham a vida eterna?
     Outro exemplo de amar, é o sentimento que temos por nossos pais, esse amor é aquele que você pede pra Deus de que nada de ruim aconteça com eles, que tudo pode vir pra sua vida que você suporta toda a dor por eles. Isso é amor, é esse o sentimento que Deus quer que levamos a todas as pessoas.
     Lembrem-se do que diz a palavra de Deus: “O amor é paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é grosseiro (ou não maltrata), nem egoísta. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda rancor. O amor nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra  quando a verdade triunfa. O amor tudo sofre, sempre crê, sempre espera o melhor, tudo suporta.”

Valmor Simas Junior (MPD)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Que tal cantar em uma Segunda-Feira?

Bom dia, bom dia, bom dia.
hoje eu estou tão feliz,
a natureza é tão bela,
que me ensina a amar.

Este é o trecho de uma música infantil que eu apresento as minhas crianças.
Mas será que você poderia canta-lá em uma Segunda-feira?
Uns podem me dizer, porque não? Outros me diriam: Alguém canta em uma segunda-feira?
Haha! Eu te digo eu posso cantar em uma Segunda-feira e sabe porque? Jesus morreu na cruz por mim e por você. E não importa o que aconteça comigo, nada se compara com o que Jesus passou naquela cruz por mim. Este é o mmotivo que eu tenho para louva-lo todos os dias.
Esqueça seus problemas, cante, adore à Ele. E o seu dia vai ficar bem melhor.

Bruna Pinheiro (MPD)

domingo, 18 de novembro de 2012

Forma e Liberdade

     As estruturas seculares estão desmoronando em todos os lugares. Há uma rebelião mundial contra formas institucionais rígidas e um sentimento universal à procura de liberdade e flexibilidade. A igreja cristã, considerada em muitas partes do mundo como uma das principais estruturas do tradicionalismo, não pode escapar a este desafio de nossos tempos. Além disso, o desafio vem tanto de dentro como de fora. Muitos jovens crentes estão requerendo um novo e não estruturado tipo de cristianismo, despojado dos obstáculos eclesiásticos que têm sido herdados do passado.
     Permiti-me classificar as três expressões principais desta onda.
     Referem-se à igreja e seu ministério, à direção de cultos públicos, e ao relacionamento com os outros crentes. É perigoso generalizar. Todavia, alguém pode dizer, em primeiro lugar, que muitos estão procurando igrejas que não tenham cerimônia fixa. Grupos de crentes estão, agora, reunindo-se em muitas partes do mundo, libertando-se da tradição e fazendo as coisas à sua maneira. Em segundo lugar, há um desejo por cultos informais, nos quais o ministro não mais domina, mas onde a participação da congregação é incentivada, onde o órgão é substituído pelo violão e uma liturgia antiga, pela linguagem de hoje, onde há mais liberdade e menos formalidade, mais espontaneidade e menos rigidez. Em terceiro lugar, há uma rejeição de denominacionalismo e uma nova ênfase em independência. A geração jovem está bastante contente em cortar laços que os prendem ao passado e mesmo a outras igrejas do presente. Eles querem chamar-se “crentes”, mas sem qualquer rótulo denominacional.
     Sem dúvida, estas três exigências têm alguma lógica. Elas são fortemente sentidas e poderosamente manifestadas. Não podemos simplesmente considerá-las como irresponsabilidades loucas do jovem. Há uma ampla busca para o livre, o flexível, o espontâneo, o não-estruturado. A geração dos crentes mais velhos e tradicionais precisa entender isso, ser solidária e acompanhar, na medida do possível, o que está acontecendo. Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado em nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades.
     Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia. Que argumento pode ser apresentado, então, em favor de alguns tipos de cerimônias e estruturas?
     Primeiro: uma igreja estruturada. Os crentes pertencem a diferentes origens denominacionais e apreciam tradições diferentes. Contudo, a maioria (talvez todos nós) concorda em que o Fundador da Igreja tencionou que ela tivesse uma estrutura visível. [...] Ele mesmo insistiu no batismo como a cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também instituiu sua ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os membros.
     Segundo: adoração formal. Em particular, sou completamente a favor da adoração espontânea, exuberante, alegre e barulhenta do jovem, ainda que, algumas vezes, possa ser doloroso, como experimentei uma vez, em Beirute, quando o meu ouvido direito estava a apenas algumas polegadas do trombone. Alguns de nossos cultos são por demais formais, sérios e maçantes. Ao mesmo tempo, em algumas reuniões modernas, a quase total noção de reverência perturba-me. Parece que alguns acham que a principal evidência da presença do Espírito Santo é o barulho [...].
     Terceiro: um princípio de conexão. A maioria de nós desejaria insistir em, pelo menos, um certo grau de independência para a igreja local que, em conformidade com o Novo Testamento, é uma manifestação local e visível da Igreja universal. [...] A unidade da Igreja é derivada da unidade de Deus.
     E porque há um só Pai, há uma só família; e um só Senhor, há uma só fé, uma só esperança e um só batismo; e porque há um só Espírito, há somente um corpo: Ef 4.4-6. Portanto, toda questão do relacionamento com outros crentes é controversa e complicada, e certamente as Escrituras não nos dão autoridade para procurar ou assegurar unidade sem verdade. Mas não nos dá, tampouco, autoridade para buscar a verdade sem unidade. Independência é conveniente. Mas também o é a comunhão na fé comum que professamos. 
     Mais uma vez meu argumento é que não polarizemos nesta questão. Há um lugar necessário na Igreja de Cristo, tanto para o estruturado como para o não-estruturado, tanto para o formal como para o informal, tanto para o sério como para o informal, tanto para o sério como para o espontâneo, tanto para a independência como para a comunhão.
     [...] Os mais antigos membros tradicionais da igreja, que amam a liturgia, precisam experimentar a liberdade do culto no lar, ao passo que os mais novos, que amam o barulho e a espontaneidade, precisam experimentar a seriedade e reverência dos cultos formais da igreja. A combinação é muito saudável!

"Texto extraído da obra Cristianismo Equilibrado, editada pela CPAD".

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ele promete a você um futuro cheio de esperança.

      Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. (Jeremias 29.11)

    A nossa vida, às vezes, pode ser como dar uma volta em uma montanha-russa,
_ Um monte de altos e baixos. Às vezes, você está de cabeça para baixo dentro de um túnel, se perguntando
onde fica o caminho para fora. Se você consegue aguentar, o passeio é incrivel, e chegará o momento em que
você vai olhar pra trás e sorrir.
Mas alguns ficam emperrados no passeio durante a falta de energia elétrica. Eles estão sentados dentro do
túnel se perguntando quando eles vão sair. Será que alguém sabe que eles estão lá? Quando este passeio vai
acabar? A vida pode ficar sombria em alguns momentos. As descidas parecem durar muito, e a energia parece
estar demorando uma eternidade para voltar. Algumas pessoas perdem a esperança nesses lugares
assustadores. Talvez elas nunca tenham ouvido sobre a promessa de Deus de encher o futuro delas de
esperança. Ele promete andar nessa montanha-russa com você, restituir a energia quando não há nenhuma a
restaurar a ordem quando as coisas parecem estar de cabeça para baixo e confusas. Ele promete que
mais coisas boas estão à sua frente. Há tudo para se viver. O seu futuro é brilhante e abençoado porque você
pertence a Deus. Permaneça nas promessas dEle e olhe em direção ao futuro.
Sonhe grande e tenha esperança mesmo contra as possibilidades.
(Bíblia Sagrada NTLH)

Valéria Gonçalves (JMPD)

Andando pela Fé

  Desde minha infância conheço a palavra de Deus, mas agora aos 22 anos e depois de ter passado minha adolescência longe dos caminhos do Senhor, pela graça de Deus me entreguei a Jesus totalmente. Em quase 5 meses de fé renovada estou sabendo o verdadeiro significado da palavra fé.
   Em Habacuque 2.4 diz: " O justo pela sua fé viverá". O profeta Habacuque convoca todos os crentes, em todos os tempos para crerem em Deus, serem fiéis a ele e encontrar a vida do modo que Deus a fez para ser vivida.
  Quando as situações em nossas vidas apresentam um quadro negativo, fracassos, perdas, dúvidas, esta é a hora de colocar nossa fé em Deus e na sua palavra, isso traz o louvor e a adoração mesmo antes de nossas situações terem mudado.
  Senti na pele o peso da palavra, dúvida na vida cristã, dei espaço para ela por falta de experiência, e ela foi me consumindo. Foi fazendo os alicerces da minha fé caírem, mas Deus me deu vitória porque busquei na oração e em sua palavra o conhecimento.
   Elimine suas dúvidas buscando sabedoria de Deus, pois a fé é acompanhada pela absoluta abstinência à dúvida, porque é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo.
    Agradeço a Deus em nome do nosso Salvador Jesus Cristo, por ter retirado de meus olhos a escama que não me deixava ver a mentira que estava vivendo longe da sua verdade.

Jesus te convida: Vinde a mim todos os cansados e oprimidos e eu vos aliviarei.  (Mt 11.28)

Josué Alves - Jovem  MpD

Você escolhe como quer terminar o dia

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias;  1 Co 1. 27

     Vontade de viver adrenalina diferente?
Que tal parar em frente à casa do teu pastor,estar conversando com uma amiga dentro do carro e do nada vem a ideia de escrever uma palavra em dupla? (Valmor)
     Quando estamos com um amigo de verdade percebemos que as palavras nem sempre são necessárias, pois um bom silêncio é capaz de compreender o que o outro está sentindo. (Cássia)
     A vontade de rir e o medo de não dar certo é grande, mas maior que isso é a vontade que predomina no nosso interior de fazermos nosso melhor, "faça o melhor, faça o melhor, faça o melhor pra Deus"... (Valmor)
     Não é  porque somos jovens que estamos isentos de preocupações e ansiedades, pelo contrário, quando chegamos aos 20 percebemos que essa é a fase em que mais vivemos preocupados. Pelo menos hoje estamos assim. (Cássia)
    Lembre-se de quando estavam construindo os muros de Jerusalém, os servos levaram tanto material para a construção que Moisés pediu para eles que parassem de levar (Ex 36. 4-7) Façamos assim com a obra de Deus, o melhor. (Valmor)
   O legal disso é que sempre tem uma terceira pessoa, o Espírito Santo, e seja qual for o momento ou o papo,ele está presente. Aí ele espera o nosso silêncio terminar e começa a nos falar por meio de lembranças, de promessas e de reflexões.
   Às vezes o problema que estamos enfrentando não é solucionado de imediato, mas o importante é a lição que aprendemos. Entendemos que, o que Deus realmente deseja é nos ensinar alguma coisa, não só nos bons momentos, mas também naqueles mais tenebrosos em que paramos em frente de casa depois de um culto incrível e refletimos sobre tudo. ( Cássia)
   Que loucura é essa? Não tente entender... (Valmor)

Valmor Simas e Cássia de Oliveira

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

SOMOS FILHOS DE DEUS, IRMÃOS EM CRISTO!!!



Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?(I João 4.20)

    Segundo o provérbio antigo, andamos neste mundo como se estivéssemos todos numa única fila, segurando na frente uma bolsa com nossas qualidades e nas costas, pendurada uma bolsa com nossos defeitos. Será que é por este motivo que só conseguimos visualizar as nossas qualidades e os defeitos do próximo, pois estão a nossa frente, ao alcance dos olhos... Bela aprendizagem! Se formos pensar na maneira como o ser humano encontra e aponta facilmente os defeitos alheios, chegamos à conclusão de que os nossos defeitos estão em nossas costas por isso não o vemos, mas já o defeito do irmão está claro, visível à mostra.

    A certeza que temos é que todos nós possuímos qualidades (dotes, dons, virtudes) e defeitos (imperfeições), nós cristãos deveríamos ser os primeiros a estender as mãos ao próximo para aquele que falhou, ou seja, aquele que expôs seu defeito. Notamos que na primeira falha existem muitas mãos e dedos para processar, julgar e condenar. Vivemos em dias que igrejas parecem tribunais, os irmãos são advogados, claro de acusação. Advogados de defesa são minoria, ou quem sabe um: JESUS , que nos diz: não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. (Lucas 6.37). Será que estamos vivendo em acordo com a palavra e os ensinamentos de Jesus ? Que tipo de amor ao próximo estamos praticando? Com a mesma medida que julgares serás julgado. Deus é justo e não se deixa escarnecer tudo o que o homem semear isso também ceifará (Gálatas 6.7). Se plantarmos julgamento não colheremos misericórdia, pois, Deus o justo juiz conhece as intenções do coração. Ele, somente Ele pode julgar nossas causas com justiça. Mas, ó Senhor dos Exércitos, justo Juiz, que prova o coração e a mente (Jeremias 11.20).

    Quem é o meu próximo e irmão? Todo aquele que precisar de mãos estendidas para abençoar e não com pedras para acusar. No evangelho segundo João 8. 1-10 quando iriam apedrejar a mulher adúltera, Jesus foi enfático ao dizer: aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela! Jesus é especialista em tocar as mentes e corações humanos com questionamentos simples e verdadeiros. Se ele deixou seu exemplo a ser seguido e não atirou a pedra, antes impediu que lançassem pedras para ferir, por que além das bolsas de qualidades e defeitos, carregamos ainda nos bolsos pedras da crítica destrutiva. Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?(Lucas 6.41). Vemos o argueiro, ou seja, cisco, grânulo no irmão e não vemos a trave do nosso olho, ou seja, viga de madeira, algo bem maior. Jesus nos ensina que enquanto reparamos nos defeitos do próximo os nossos são ainda maiores. Queremos que a misericórdia de Deus se renove a cada manhã em nossas vidas para anular nossas falhas, e as nossas misericórdias para os nossos irmãos, onde estão?

    Precisamos rever conceitos e principalmente mudar atitudes, lembre-se Deus é Justo! Que as dores do próximo sejam nossas, se cair que possamos ajudar a levantar, tenhamos, pois, o compromisso de sermos filhos de Deus, e se somos filhos sejamos também irmãos misericordiosos, isto significa ter compaixão pela dor e erro alheio. Vede que grande amor nos tem concedido o pai: que fôssemos chamados filhos de Deus (I João 3.1), vivamos em comunhão, para Deus não há filhos maiores ou melhores, e sim filhos obedientes aos mandamentos e dispostos a estender suas mãos para quem precisar. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos (I João 5.2). Não podemos afirmar que amamos a Deus se acusamos nossos irmãos, se não amamos quem vemos como podemos afirmar que amamos Deus que está oculto aos olhos, porém sonda os corações.

“Procura nos outros as qualidades que eles possam ter; em ti, procura os defeitos que certamente tens”. (Benjamim Franklin)
                                                                            
                                                                 
Jéssica Bertaluci