Jovens Marcados por Deus

Sejam Bem Vindos ao Blog dos jovens Marcados Por Deus.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

TOP 4 - Qual o conceito que você tem de Deus?

Hoje postando a TOP 4, ou seja, o 4° link mais acessado
em nosso blog com 124 visualizações em uma única postagem...

Qual o Conceito que você tem de Deus?



Cássia de Oliveira (quem me ajuda a postar as palavras no blog, revezamos de semana a semana), que Deus "continue" te usando da melhor forma possível, que sejas um instrumento vivo para o Papai..

"Ele te ama tanto, te ama"

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

TOP 5 - Somos totalmente dependentes de Deus.


Galera, essa semana estaremos postando as TOP 5,
ISSO MESMO, as mensagens mais visualizadas pelos nossos
internautas, para comemorarmos os 10.209 visualizações
que nosso blog alcançou esta semana..
Então pessoas, fiquem atentas...

Em 5° lugar, das mais acessadas, 
com 113 visualizações em um único dia, temos:


Somos Totalmente dependentes de Deus.

     Nos dias que estamos vivendo, no século em que estamos, com as nossas tecnologias, deixamos Deus um pouco de lado, achamos que não somos dependentes Dele, a cada esquina uma farmácia 24h aberta, qualquer coisa é só ligar para a farmácia que eles até entreguam os remédios em casa, com a facilidade de financiamentos a maioria tem carro, as coisas ficam mais fácil ainda.
     Aonde quero chegar? Que muitos deixam de buscar por causa das facilidades que vivemos, e deixamos de pedir a direção de Deus, não paramos para pedir orientação a Deus, onde congregar? onde devo ir? que faculdade fazer? onde devo trabalhar? Tudo isso devemos pedir a direção de Deus, se sairmos da direção de Deus pagamos um alto preço, e depois nos perguntamos o porque disso ou daquilo, será que estamos na direção Dele?
     Lendo a palavra de Deus lá em I Reis no capítulo 22 e versículo 5 "Disse mais Jeosafá ao rei de Israel: Peço-te, consulta hoje a palavra do SENHOR.", vimos aqui nesse capítulo que Acabe convidou Josafá para ir a peleja com ele, mas Josafá primeiro pediu a direção de Deus, então Acabe chamou os 'seus' profetas e todos profetizarão a favor do rei, mas Josafá ainda não satisfeito mandou chamar um profeta do Senhor, e chamaram Micaías e ele profetizou dizendo para o rei não ir a peleja, porque ele via Israel como ovelhas sem pastor.
     Mas Acabe não deu ouvido a voz do Senhor e foi a peleja, mas não retornou, foi ferido na batalha. Devemos pedir a direção de Deus e ouvir atento a voz Dele, nós somos dependentes de Deus, para tudo, dependemos Dele para respirar, para andar, e devemos ser grato a Ele por tudo.
     E se hoje, no último dia da semana, você ainda não agradeceu a Deus pelo emprego, saúde, livramentos, alimento, até pelos banhos que você tomou nessa semana, essa é a hora que Deus através dessa palavra está te lembrando para agradecer a Ele.


     Que Deus lhe abençoe e nunca esqueça de agradecer e pedir a direção Dele, afinal somos dependentes de Deus!

Uma palavra enviada pelo nosso líder Leonardo Cunha, postado em 14 de janeiro de 2012. Que Deus possa te abençoar irmão!!

domingo, 5 de agosto de 2012

Onipotente

     Um antigo questionamento filosófico, indaga: “Deus é capaz de criar uma rocha tão grande que Ele não possa mover? Se Ele não consegue movê-la, logo, Ele não é todo-poderoso. Se Ele não é capaz de criar uma rocha tão grande assim, isso comprova que Ele também não é todo-poderoso”. Essa falácia da Lógica simplesmente brinca com as palavras e desconsidera o fato de que o poder de Deus está relacionado com os seus propósitos.
     A pergunta mais honesta seria: Deus é poderoso para fazer tudo quanto pretende, e que esteja de acordo com o seu propósito? De acordo com os seus decretos, Ele demonstra que realmente tem a capacidade de realizar tudo quanto desejar: “Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem pois o invalidará? E a sua mão estendida está; quem, pois, a fará voltar atrás?” (Is 14.27). O poder ilimitado do único e verdadeiro Deus jamais será resistido, impedido ou anulado pelo ser humano (2 Cr 20.6; Sl 147.5; Sl 147.5; Is 43.13; Dn 4.35).
     Através de sua revelação, Deus demonstrou que a sua grande prioridade é chamar, formar e transformar um povo para si mesmo. Isto pode ser visto na vida de Sara que, mesmo avançada em idade, Deus lhe concedeu a bênção da maternidade - conforme Ele mesmo o disse: “Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR?” (Gn 18.14; cf. Jr 32.17) - e na vida da jovem virgem Maria (Mt 1.20-25). O propósito sublime de Deus, contudo, foi realizado quando ressuscitou a Jesus dentro os mortos: “E qual a sobre excelente grandeza do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus” (Ef 1.19,20).
     Os discípulos, após uma declaração enfática de Jesus, meditaram sobre a impossibilidade de um camelo passar pelo fundo de uma agulha de agulha de costura (Mc 10.25-27). A grande lição aqui é a impossibilidade de as pessoas se salvarem a si mesmas. No entanto, isto além de ser possível para Deus, está dentro do seu propósito. Por isso, a obra de salvação é de domínio exclusivo do Senhor. Podemos exaltá-lo, não somente porque Ele é onipotente, mas também porque os seus propósitos são grandiosos, e o seu grande poder é utilizado por Ele no cumprimento da sua vontade.

"Texto extraído da Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal, editada pela CPAD".

sábado, 4 de agosto de 2012

Carta aos Jovens



Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, jovens,
porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno”.
1Jo 2: 13b e 14b




Nosso tempo é insensível aos valores morais, familiares e espirituais. Todos sofrem os impactos das mudanças que a cultura globalizada e a massificação imprimem sobre nosso viver. Essas marcas podem ser vistas de maneira clara e particular na vida dos jovens. Por isso o apóstolo do amor encoraja os crentes a observar os valores cristãos. A preocupação joanina tem fundamento: “o mundo jaz no maligno”. O teólogo Karl Bart, com sua visão teológica existencialista do homem, conseguiu penetrar no âmago, daquilo que se tornou o ser humano caído - um ser inquieto. Diz-nos Bart:

“A inquietação - a ansiedade que nos espreita em toda criação não vem desta ou daquela dor, deste ou daquele horror, anseio, ou por alguma falta de beleza; nem provém da totalidade das coisas imagináveis que lhes possam dizer respeito diretamente, porém, vem da própria condição da criatura. Essa inquietação tem a sua origem no declarado deserdamento da vida direta e na insopitável esperança que a criatura tem”.

João está preocupado com os jovens cristãos. Ora perdidos, agora, salvos mediante a cruz de Cristo. Seu desejo era de que os jovens permanecessem fundados na verdade: “já vencestes o maligno”. Pelo poder do evangelho, eles tiveram suas vidas mudadas de pessoas entregues às paixões e concupiscências da carne para servos do Deus Santo. Os jovens podem e devem subjugar as forças carnais e canalizá-las para o padrão bíblico que produz frutos aceitáveis ao Senhor: “a palavra de Deus habita em vós”.

Exercício espiritual importante é a oração. Nosso tempo não dá tempo, dizem alguns. É verdade, o mundo tenta nos escravizar quanto às atividades urgentes e não podemos ao menos contemplar o belo, porque não há tempo. Ao lado dos cuidados que temos com a vida, para sermos vitoriosos temos de colocar “tudo diante do altar”. Ao fazê-lo, devemos deixar espaço para que o Espírito Santo fale aos nossos corações. Oração é diálogo e não monólogo. Somente através dela Charles Hummel conseguia alivio à sua alma, e escreveu:

“Um período de tempo diário adequado para esperar em Deus... é a única maneira pela qual posso escapar da tirania das coisas urgentes”.

Outra ferramenta básica para continuar vencendo o maligno é a leitura da Palavra. Nesta indicação, João dá uma chave importante: “...e a palavra está em vós...”. Em seu evangelho, o apóstolo, ao transcrever um discurso do Mestre, afirmou que, em estando em Cristo e, se suas palavras estiverem presentes nas vidas das pessoas, pode-se até pedir tudo, segundo a vontade de Deus, que será realizado.

Ora, em toda a apresentação da Bíblia há uma homogeneidade quanto ao valor da verdade como revelação especial de Deus ao homem. O salmista atestou que escondeu a Palavra em seu coração para não pecar contra o Senhor. Ter a Palavra guardada no coração é arma de valor imensurável para se vencer “este mundo tenebroso”. É preciso saturar a mente com as coisas do Reino.

Quantas informações recebemos durante o dia, através dos canais tecnológicos e humanos? Muito provavelmente, a maioria delas não tem o aval do Senhor santo e justo. É na Palavra de Deus que temos assegurado conhecer a vontade do Senhor. Devemos amar a Bíblia. Nela meditar. Dela obedecer a seus ditames. Martinho Lutero, o reformador alemão do Século XVI, tinha uma paixão tão grande pela Bíblia, que “virou” o mundo de seus dias de ponta-cabeça (coisa de jovem...), através da renovação que a Palavra lhe produziu. Ele a amava e declarou o seu amor:

“O que o pasto é para o rebanho, a casa para o homem, o ninho para o passarinho, a penha para a cabra montês, o arroio para o peixe, a Bíblia é para as almas fiéis”.

O jejum é outra ferramenta adequada. No mundo europeu e na América, onde já há mais problemas com a obesidade do que com a fome; tirar um momento para jejuar parece algo tão inusitado, estranho, que não se dá mais o valor que lhe cabe.

Ao dedicarmos ao jejum, principalmente aquele de Isaías capítulo cinquenta e oito, das coisas desagradáveis, Deus opera em nós, pois estamos a declarar que o Senhor reina em nosso viver, que valorizamos a comunhão com o Senhor de Todas as Coisas, em detrimento dos valores, padrões e ditames mundanos.

É preciso exercitar estas ferramentas para que obtenhamos vitória em nossa caminhada. Empiricamente, todo aquele que sucumbe na vida espiritual, deixou os exercícios destas ferramentas.

Parece-nos desnecessário, descabido e até impossível viver uma vida de vitória sobre a carne, mundo e Satanás. Embalados por esta ideia, alguns, não poucos, têm vivido à risca, o que o famoso poeta português Luís de Camões deixou escrito: “Coisas impossíveis, é melhor esquecê-las que desejá-las”.

Entretanto, João, nesta passagem, menciona pessoas que haviam vencido o maligno e vencido sua doutrina, vencido seu modo de vida maligno, convites, fantasias - máscaras haviam sido descobertas. Jovens que venceram a estratégia de Satanás em tornar frio o que estava quente - pelo Criador; em tornar escuro o que se produziu em luz; em odiar, quando o amor era o imperativo. Jovens visionários num mundo mau, mas, vencendo os problemas e dificuldades pelo exercício da fé em Cristo, alcançada pelo sacrifício na cruz, pela justificação, regeneração e autêntica santificação.

Não era somente saborear a vitória que ocorreu no passado, mas continuar a vencer. João estava diante de pessoas que venceram o mundo mau de sua época. Cada era reserva dificuldades adequadas. Jovens que eram fortes, porque estavam municiados com a Palavra de Deus. Se o mundo gentílico, dado às orgias dos tempos de João pôde ser vencido, nosso tempo, desprovido de nobreza e escasso de bons valores, apesar de toda a liberdade conquistada a partir da revolução francesa, também o pode ser. O Senhor está conosco e tem o controle de todas as coisas.

David Brainerd foi um jovem visionário que, no século XVIII, deixou as facilidades de seu tempo e embrenhou-se pelo interior a pregar aos Navajos americanos. Depois de alguns anos, por causa de seu ministério, já fraco, doente, preparando-se para estar com Cristo, deixando uma noiva que o amava, declarou ao seu irmão que o assistia na “hora da morte” - Israel Brainerd, o seguinte: “Digo, agora, morrendo, não teria gasto a minha vida de outra forma, nem por tudo que há no mundo”. Ele tinha apenas vinte e nove anos de idade.

Jovens dignos num mundo indigno. Jovens fortes que vencem o maligno. Jovens firmados na Palavra, produzindo frutos para a vida eterna. Continuem a ouvir o belo e sábio conselho de João.Nosso tempo é insensível aos valores morais, familiares e espirituais. Todos sofrem os impactos das mudanças que a cultura globalizada e a massificação imprimem sobre nosso viver. Essas marcas podem ser vistas de maneira clara e particular na vida dos jovens. Por isso o apóstolo do amor encoraja os crentes a observar os valores cristãos. A preocupação joanina tem fundamento: “o mundo jaz no maligno”. O teólogo Karl Bart, com sua visão teológica existencialista do homem, conseguiu penetrar no âmago, daquilo que se tornou o ser humano caído - um ser inquieto. Diz-nos Bart:

“A inquietação - a ansiedade que nos espreita em toda criação não vem desta ou daquela dor, deste ou daquele horror, anseio, ou por alguma falta de beleza; nem provém da totalidade das coisas imagináveis que lhes possam dizer respeito diretamente, porém, vem da própria condição da criatura. Essa inquietação tem a sua origem no declarado deserdamento da vida direta e na insopitável esperança que a criatura tem”.

João está preocupado com os jovens cristãos. Ora perdidos, agora, salvos mediante a cruz de Cristo. Seu desejo era de que os jovens permanecessem fundados na verdade: “já vencestes o maligno”. Pelo poder do evangelho, eles tiveram suas vidas mudadas de pessoas entregues às paixões e concupiscências da carne para servos do Deus Santo. Os jovens podem e devem subjugar as forças carnais e canalizá-las para o padrão bíblico que produz frutos aceitáveis ao Senhor: “a palavra de Deus habita em vós”.

Exercício espiritual importante é a oração. Nosso tempo não dá tempo, dizem alguns. É verdade, o mundo tenta nos escravizar quanto às atividades urgentes e não podemos ao menos contemplar o belo, porque não há tempo. Ao lado dos cuidados que temos com a vida, para sermos vitoriosos temos de colocar “tudo diante do altar”. Ao fazê-lo, devemos deixar espaço para que o Espírito Santo fale aos nossos corações. Oração é diálogo e não monólogo. Somente através dela Charles Hummel conseguia alivio à sua alma, e escreveu:

“Um período de tempo diário adequado para esperar em Deus... é a única maneira pela qual posso escapar da tirania das coisas urgentes”.

Outra ferramenta básica para continuar vencendo o maligno é a leitura da Palavra. Nesta indicação, João dá uma chave importante: “...e a palavra está em vós...”. Em seu evangelho, o apóstolo, ao transcrever um discurso do Mestre, afirmou que, em estando em Cristo e, se suas palavras estiverem presentes nas vidas das pessoas, pode-se até pedir tudo, segundo a vontade de Deus, que será realizado.

Ora, em toda a apresentação da Bíblia há uma homogeneidade quanto ao valor da verdade como revelação especial de Deus ao homem. O salmista atestou que escondeu a Palavra em seu coração para não pecar contra o Senhor. Ter a Palavra guardada no coração é arma de valor imensurável para se vencer “este mundo tenebroso”. É preciso saturar a mente com as coisas do Reino.

Quantas informações recebemos durante o dia, através dos canais tecnológicos e humanos? Muito provavelmente, a maioria delas não tem o aval do Senhor santo e justo. É na Palavra de Deus que temos assegurado conhecer a vontade do Senhor. Devemos amar a Bíblia. Nela meditar. Dela obedecer a seus ditames. Martinho Lutero, o reformador alemão do Século XVI, tinha uma paixão tão grande pela Bíblia, que “virou” o mundo de seus dias de ponta-cabeça (coisa de jovem...), através da renovação que a Palavra lhe produziu. Ele a amava e declarou o seu amor:

“O que o pasto é para o rebanho, a casa para o homem, o ninho para o passarinho, a penha para a cabra montês, o arroio para o peixe, a Bíblia é para as almas fiéis”.

O jejum é outra ferramenta adequada. No mundo europeu e na América, onde já há mais problemas com a obesidade do que com a fome; tirar um momento para jejuar parece algo tão inusitado, estranho, que não se dá mais o valor que lhe cabe.

Ao dedicarmos ao jejum, principalmente aquele de Isaías capítulo cinquenta e oito, das coisas desagradáveis, Deus opera em nós, pois estamos a declarar que o Senhor reina em nosso viver, que valorizamos a comunhão com o Senhor de Todas as Coisas, em detrimento dos valores, padrões e ditames mundanos.

É preciso exercitar estas ferramentas para que obtenhamos vitória em nossa caminhada. Empiricamente, todo aquele que sucumbe na vida espiritual, deixou os exercícios destas ferramentas.

Parece-nos desnecessário, descabido e até impossível viver uma vida de vitória sobre a carne, mundo e Satanás. Embalados por esta ideia, alguns, não poucos, têm vivido à risca, o que o famoso poeta português Luís de Camões deixou escrito: “Coisas impossíveis, é melhor esquecê-las que desejá-las”.

Entretanto, João, nesta passagem, menciona pessoas que haviam vencido o maligno e vencido sua doutrina, vencido seu modo de vida maligno, convites, fantasias - máscaras haviam sido descobertas. Jovens que venceram a estratégia de Satanás em tornar frio o que estava quente - pelo Criador; em tornar escuro o que se produziu em luz; em odiar, quando o amor era o imperativo. Jovens visionários num mundo mau, mas, vencendo os problemas e dificuldades pelo exercício da fé em Cristo, alcançada pelo sacrifício na cruz, pela justificação, regeneração e autêntica santificação.

Não era somente saborear a vitória que ocorreu no passado, mas continuar a vencer. João estava diante de pessoas que venceram o mundo mau de sua época. Cada era reserva dificuldades adequadas. Jovens que eram fortes, porque estavam municiados com a Palavra de Deus. Se o mundo gentílico, dado às orgias dos tempos de João pôde ser vencido, nosso tempo, desprovido de nobreza e escasso de bons valores, apesar de toda a liberdade conquistada a partir da revolução francesa, também o pode ser. O Senhor está conosco e tem o controle de todas as coisas.

David Brainerd foi um jovem visionário que, no século XVIII, deixou as facilidades de seu tempo e embrenhou-se pelo interior a pregar aos Navajos americanos. Depois de alguns anos, por causa de seu ministério, já fraco, doente, preparando-se para estar com Cristo, deixando uma noiva que o amava, declarou ao seu irmão que o assistia na “hora da morte” - Israel Brainerd, o seguinte: “Digo, agora, morrendo, não teria gasto a minha vida de outra forma, nem por tudo que há no mundo”. Ele tinha apenas vinte e nove anos de idade.

Jovens dignos num mundo indigno. Jovens fortes que vencem o maligno. Jovens firmados na Palavra, produzindo frutos para a vida eterna. Continuem a ouvir o belo e sábio conselho de João.


Pr. Manoel Sabino Neto

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Quem não tem pecado...


...que atire a primeira pedra.
Jo 8.7

Quando outros são surpreendidos em pecado, você é rápido para julgar? Fazer isto é agir como se você nunca tivesse pecado. Julgar é uma prerrogativa de Deus, não nossa.
                                 Nosso papel é mostrar o perdão e a compaixão!

Pense nisso ;)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Será Que...?



        “Será que”...  Interrogação que acompanha todos de forma geral em uma caminhada de vida. Sempre nos deparamos ouvindo ou fazendo esta pergunta, pois cada indivíduo traz em sua bagagem existencial um pouco de censo tanto de humor como de curiosidade, preocupação e até de dúvida. Entre muitas preocupações classificaremos algumas. Será que vou conseguir aquele emprego? Será que vou passar no vestibular? Será que o diagnóstico médico é positivo ou negativo? Será que serei demitido ou promovido? Será que esta gravidez é o que espero? Será que meu filho está em más companhias?  Será que o chefe está satisfeito comigo? Será que sairá o financiamento da casa própria? Será que a férias será completa? Será que este (a) é o (a) namorado (a) ideal? Será que o sol brilhará amanhã? Ou a chuva descerá? Será que meu candidato se elege?  Será que compro aquele carro ou a cozinha nova? Será que o coletivo já passou? Será que a economia da nação se estabilizará? E a crise mundial é normal ou falta administração competente? Será mesmo que irá faltar água futuramente? Será que viverei muito? Será que terei saúde sempre? Será que serei feliz como quero ou como mereço? Será que terei uma morte rápida ou sofrerei em um hospital?
         Estas são algumas das milhares interrogações da vida. E que com toda liberdade somos autorizados a estas questões, erramos se pensarmos que isto é característico dos jovens, pois tais questões irão acompanhar todos que se dizem seres humanos enquanto viverem. Porém na velhice elas tendem a ser em menores proporções, e esta, por sinal, é outra fase da vida que muitos estão a dizer: “será que chegarei lá?”
         O que fazer mediante a estas questões? Procurar soluções imediatistas ou ludibriar a sobrevivência? Seria este assunto para a filosofia, medicina sociologia, psicologia ou levaríamos a vida como se não tivesse valor algum? É de bom alvitre o ser humano se preocupar com a vida além do túmulo, mas o que mais vimos é muitos crerem que ao morrer finaliza-se tudo e não se preocupam com a eternidade, sem pensar em reencarnação é claro. A Bíblia diz: e ao homem está ordenado a morrer uma só vez vindo depois disto o juízo (Hebreus 9. 27). Vale lembrar que aqui tudo passa, então porque de tanta ganância e permitir que o orgulho tome conta dos corações cauterizando mentes que poderiam ser férteis para o bem. As universidades estão repletas, os cursos técnicos estão repletos, as academias de instruções de segurança cada vez mais formando agentes. Mas a pergunta é a seguinte, estão saindo de lá livres destas questões ou com as tais em dobro procurado assim se desvencilhar de seus arquivos existenciais? Na verdade o que o ser humano esta precisando é de paz. Ao encontrar a verdadeira paz, a alegria jorra diuturnamente e o sorriso e o prazer de viver brota espontaneamente. Quando não, aí então a mente se torna fábrica de pensamentos negativos e para se vir livres destes, muito optam pelos narcóticos ou álcool. Desestruturando assim toda a família e então rapidamente a culpa recai na política pública. O único remédio para as questões da vida é Jesus no coração. Não lavagem cerebral, ou crença em uma cosmovisão destorcida, mas permitir que ele seja nosso salvador valorizando a morte de cruz, não apenas tendo-o em um crucifixo pendurado na parede de um escritório, mas vivo no coração. E assim, dizer como o salmista Davi: “O senhor é o meu pastor e nada me faltará”.
Pensemos nisto.

Pr. João Januário