Jovens Marcados por Deus

Sejam Bem Vindos ao Blog dos jovens Marcados Por Deus.

sábado, 14 de abril de 2012

Nada na Vida Acontece por Acaso!

                                      
 

                                       
                                       Senhor está muito pesada... Vou cortar um pedaço...
 
                                        


                           Senhor, cortarei mais um pedacinho... Assim conseguirei carregar melhor....

                                     
                                          Senhor, muito obrigado...
                                          


                                          Use sua cruz como ponte, atravesse e siga em frente...
                                       Ahh! Minha cruz é muito pequena, eu não posso atravessar...




Nada nesta vida é por acaso !

Muitas vezes, queremos nos livrar da "cruz" que nos é dada,

mas para tudo tem um 'para quê' e um 'por quê'...

Deus nunca nos manda algo que não possamos suportar...




E se formos abreviar estes caminhos, certamente teremos problemas !

                Não é preciso dizer MAIS NADA!


"Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus."

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Como Evitar de Perder a Esperança

  Jeremias: 37. 11-21

   Quando as coisas estão difíceis, você pode ter vontade de desistir. Talvez você tenha perdido o emprego ou uma pessoa da sua família esteja doente. Ou você não consegue ter um bom relacionamento com seus pais ou seus amigos andam estranhos com você. Seus problemas parecem não ter solução. O que fazer para segurar as pontas? Jeremias, o profeta, achava-se numa situação que parecia desesperadora. Alguns o acusavam falsamente de estar ao lado dos babilônios, os inimigos de seu povo. Jeremias foi preso e atirado num calabouço. Dias mais tarde, o rei Zedequias mandou buscá-lo, e Jeremias entregou ao rei a mensagem de Deus. Veja  o que você pode aprender da experiência de Jeremias.

Passo 1
                                        Continue Ouvindo
 
   Jeremias estava naquele horrível calabouço havia vários dias. Ele poderia ter desistido em seu desespero, mas em vez disso, deve ter ficado orando e ouvindo a Deus, pois quando chegou a hora, ele estava pronto, com uma mensagem para o rei Zedequias.
  Tire tempo para orar. Conte para Deus como você se sente, mas também leia a Bíblia e ouça as palavras de Deus para você.

Passo 2
                                         Continue Obedecendo

   A tarefa de Deus para Jeremias era ser um profeta. Jeremias continuou obedecendo a Deus e anunciando a sua mensagem, embora possa ter se sentido abandonado por Deus. A despeitovdo que esteja acontecendo à sua volta e dentro de você, continue confiando em seu pai celeste, que muito o ama.

Passo 3
                                            Continue Em Frente

     Jeremias não sabia que rumo as coisas tomariam em sua vida, mas de qualquer modo, prosseguiu em frente. Agora sabendo que ele não morreu na prisão - foi resgatado e as profecias que ele entregou se cumpriram. Neste exato momento, você pode não saber como Deus resolverá os seus problemas, mas pode estar certo de que ele o fará. Prossiga no caminho da fé.


Rhayllan Silva dos Santos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

AdorAÇÃO

                                            



...”Se a adoração se resumir a cantar canções, a juntar pessoas antes dos avisos ou a preencher o tempo cerca de 20 minutos antes da mensagem, então é melhor poupar-se do incômodo . Se recitamos os credos por simples tradição, é melhor parar com isso. Se buscamos milagres sobrenaturais para nosso simples benefício e pelo que receberemos, então não entendemos nada. Se não estamos envolvidos de coração com as genuínas expressões de amor a ele, se não há um relacionamento com nosso Criador e Redentor então Deus não está sendo honrado”...

Fonte: BASDEN, Paul. Adoração ou Show? Editora Vida

terça-feira, 10 de abril de 2012

Clicks da Tarde de Louvor

   Paz galera !

  Então como foi prometido, seguem mais fotos da nossa abençoada tarde de louvor que aconteceu na última sexta-feira (06/04).

                           Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor.  Sl 150.6
































Fotos de Pipo Quint

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Ovo de coelho?

      



       Nesta época em que o comércio se alvoroça com as vendas de chocolate é o momento que mais somos atraídos e até impulsionados ao consumismo, pois realmente é um alimento gostoso. Mas,  porquê do chocolate na páscoa? Será que todos quantos gostam do tal já pararam para pensar. Ovo, chocolate, coelho, páscoa porque esta fusão?
       A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes, porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão. Isto é originário dos germanos e ingleses. Ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos de chocolate na Páscoa, entretanto, a ideia principal que é a ressurreição e renovação da vida, está esquecida. Existe outra lenda que a deusa Eostre era a grande deusa mãe saxônica da alvorada, também associada a lebres, coelhos e ovos. Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou - o em lebre, mas a transformação não se processou completamente e o animal permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvado sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a deusa Eostre. A deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e quis compartilhar com todas as crianças do mundo criando-se assim a tradição de ofertar ovos decorados na Páscoa.
     Dessa forma, percebemos que Páscoa não tem nada a ver com ovos nem com coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga, porém, foi fatal: a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções divinas, cada família hebreia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervam amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos. Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima".
         Esta festa deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo, e que hoje está pronto para libertar a quem quiser a qualquer tempo, enquanto houver tempo.
        Pensemos nisto...


Pr. João Januário

domingo, 8 de abril de 2012

As alternativas à ressurreição corpórea de Jesus Cristo

A RESSURREIÇÃO
(Por Craig L. Blomberg)

     Novamente, breves comentários parecem completamente inadequados, mas há excelentes livros que se dedicam mais plenamente ao tema, principalmente N. T. Wright na sua recente e magistral obra, The Resurrection of the Sono f God [A Ressurreição do Filho de Deus]. Nenhuma explicação alternativa convincente foi proposta para explicar a fé dos primeiros cristãos na ressurreição. As ideias propostas na literatura popular mais antiga, de que Jesus na realidade jamais morreu na cruz, de que os seus discípulos roubaram o seu corpo, de que as mulheres foram ao sepulcro errado ou que mais de quinhentas “testemunhas” durante um período de quarenta dias, em diferentes localizações geográficas, todas foram acometidas de idêntica “alucinação em massa”, foram apropriadamente descartadas por grande parte de acadêmicos contemporâneos. A alternativa acadêmica mais popular hoje é a de que a ressurreição é o produto de um processo de mitologização posterior de uma tradição original que não incluía um retorno sobrenatural dos mortos. Mas a evidência de 1 Coríntios 15 já basta para refutar isso, como já vimos anteriormente nos tópicos “Os credos Cristãos Antigos” e “Milagres”. Além disso, é o tipo de explicação que poderia fazer sentido, se Jesus tivesse sido um grego que pregava em Atenas, e se seus seguidores, uma geração depois, tivessem se tornando predominantemente judeus. A Grécia, de modo geral, acreditava somente na imortalidade das almas. Os judeus eram comparativamente singulares no mundo mediterrâneo do século I, crendo em uma ressurreição total do corpo. Mas, naturalmente, isso é o oposto do progresso geográfico real do evangelho. No mínimo, nós deveríamos ter esperado um cristianismo helenista crescente, cada vez mais, para minimizar ou eliminar as referências à ressurreição de um corpo.

     As alternativas à ressurreição corpórea de Jesus não convencem, e, além disso, seis argumentos adicionais também propiciam fortes evidências a favor da sua historicidade. Nós já mencionamos o testemunho terreno de Paulo. Além de 1 Coríntios 15, há mais de uma dúzia de outras referências à ressurreição de Cristo nas incontestáveis epístolas paulinas, escritas antes dos anos 50 (Rm 4.24,25; 6.4,9; 8.11,34; 10.9; 1 Co 6.14; 2 Co 4.14; 5.15; Gl 1.1; 1 Ts 1.10; etc.). Em segundo lugar, não há alternativa que explique adequadamente por que os primeiros cristãos judeus (isto é, não apenas gentios) alteraram o seu dia de adoração de sábado para domingo, especialmente quando a sua lei fazia da adoração no sábado (Sabbath) um dos Dez Mandamentos invioláveis (Êx 20.8-11). Alguma coisa objetiva, assombrasamente significativa e com data de alguma manhã de domingo em particular deve ter gerado a mudança. Em terceiro lugar, em uma cultura em que o testemunho das mulheres era frequentemente inadmissível em um tribunal, quem inventaria um “mito” relacionado à fundação, em que todas as primeiras testemunhas de um evento difícil de crer eram mulheres? Em quarto lugar, os relatos contidos do Novo Testamento diferem dramaticamente das bizarras descrições apócrifas da ressurreição, inventadas no século II e depois. Em quinto lugar, nos primeiros séculos do cristianismo, nenhum sepulcro jamais foi venerado, separando a resposta cristã à morte do seu fundador de praticamente todas as outras religiões da história da humanidade. Finalmente, o que teria levado os primeiros cristãos judeus a rejeitar a interpretação que lhes foi dada como herança de Deuteronômio 21.23, de que o Messias crucificado, pela própria natureza da sua morte, demonstrou que Ele estava se colocando em uma posição de maldição diante de Deus? Novamente, é mais fácil crer em um evento aceito como sobrenatural do que tentar explicar todos estes fatos estranhos através de alguma outra lógica.

(Texto extraído da obra “Questões Cruciais do Novo Testamento”, editada pela CPAD. )